sexta-feira, 15 de abril de 2011

terça-feira, 12 de abril de 2011

Momento Rodrigo Shampoo

Samba das Religiões

Oxalá quis fazer um samba
Inicialmente era só para animar o terreiro de bamba
Jogando água de cheiro
Eis que a festa ganhou proporção no mundo inteiro
Abrangendo qualquer religião
O primeiro a entrar na roda foi Jesus Cristo
Só batendo na palma da mão
Ele dizia: "Com cavaquinho não me arrisco!"
Logo depois a galera foi chagando
Allan Kardec foi logo pegando o banjo
Nossa Senhora muito animada começou a cantar
Formando o vocal de apoio com Iemanjá
O ritmo estava ficando bom
E lá na Grécia Antiga
O Messias foi buscar o Poseidon
Que ficava no pandeiro
Naquele momento todos eram partideiros
Exu alcançou o Nirvana
Enquanto Ganesha usava um guia bacana
Shiva comandou o som no tantã
E o ronco da cuíca quem fazia era Iansã
São Sebastião arranhava o cavaquinho
Lúcifer apareceu meio tímido
Soprando o trompete bem baixinho
O samba estava na maior agitação
Adonai estava com o xequerê na mão
No meio da roda Vishnu tocava violão
Satanás e Jeová juntos gritavam:
"Aqui não existe preconceito não!"
Maomé cantava o hino de Umbanda
Até Belzebu requebrava como um bamba
Nadar fazia chorar a viola
E Deus já tinha um samba pronto na cachola
Oxum ficou no agogô
Ninguém tocava tamborim melhor do que Xangô
Minerva e Marte trouxeram de Roma uma folha de arruda
Sem parar de batucar estava o Buda
A galera gritava Alá, Aleluia, Amém e Saravá
Mesmo com o Sol chegando a folia não podia acabar
A roda de samba era uma verdadeira união
Virou uma só religião
E o que parecia impossível aconteceu
Quem comandava o surdo era um Ateu
E o maestro era São Judas Tadeu
Anúbis e Osíris vieram do Egito
Moisés e Oxóssi conduziam o agito
Acredite quem quiser
Afrodite estava sendo cantada por Noé
São Jorge fazia a feijoada
A galera já estava esfomeada
O samba estava apenas começando
O Zé Pilintra só ficava sambando
Ninguém sabia quem era Tirthankaras
Mas foi só ele pegar na flauta
Que houve uma salva de palmas
Zeus fazia barulho gritando Axé
Nesta altura até Brahma estava com samba no pé
Esta poesia não é uma ofensa a nenhuma religião
É apenas uma forma de expressão
Para o preconceito diga não
Valeu meu irmão

Por Rodrigo Shampoo

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Pensamento do dia

Eu sei que se você pudesse escolher, teria nascido bonito igual a mim. Mas eu sei também que a culpa por ter nascido assim não é sua. Você não teve escolha, por isso eu te perdôo!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Azeitona: A lenda do psicopata

1977...

Nasce mais uma criança no mundo, coisa normal, se não se tratasse de Xochene Merdovisk, um norte-americano filho da puta, quero dizer, de russos. Seu pai, um espião, morreu antes do seu nascimento, fuzilado por um grupo de nacionalistas fantasiados de ursinhos carinhosos. Sua mãe, Vômoda Dekatro, famosa por suas puladas de cerca, logo trouxe um outro homem para morar junto dela. Algum tempo depois eles se casaram.

5 anos depois...

Vômoda sentia que seu atual marido, o norte-coreano filho da puta, quero dizer, de portugueses, Shen Pinto, não gostava de Merdovisk, pois ele o olhava com um jeito misterioso e maléfico. As vezes o padrasto tratava o garoto como uma boneca.

Dia desses Vômoda sai de casa e então Shen Pinto leva Merdovisk até a escada do prédio, põe a mão por dentro da calça e tira uma coisa grande e dura de dentro. O garoto parecia desesperado, então o padrasto introduz aquela coisa com um gosto horrível na boca de Merdovisk, o mesmo desesperado teve que chupar aquela coisa: Era um pirulito... de azeitona.

Em todo o prédio só se ouvia o choro do garoto, as risadas demoníacas de Shen Pinto e seus gritos medonhos:

- Chupa, chupa, chupa esse pirulito de azeitona! Hahaha...

- Buuáááááá... - Chorava Merdovisk.

Quando a mãe chega, encontra o filho se debatendo no chão visivelmente perturbado e um bilhete enfiado em seu nariz dizendo: “TCHAU!!!”. E Shen Pinto então nunca mais voltou.

10 anos depois...

Merdovisk nunca mais foi o mesmo. Era um jovem isolado e, num belo dia, leva sua primeira namorada pra casa, o nome dela era Lômbryga Magreska. Neste dia o elevador estava quebrado e então o casal foi de escada. Quando o jovem dá o primeiro passo na escadaria ele se sente estranho, possuído por uma força incrível, em seguida ele a derruba e coloca a parte mais arredondada do seu corpo na boca de sua namorada: o seu dedão do pé. Lômbryga consegue fugir e nunca mais torna a falar ou sequer olhar pra ele.

Indignado Merdovisk mata o seu ursinho de pelúcia. Com a morte do seu ursinho que se chamava “Meu fofinho”, ele toma gosto pela coisa e mata sua ex-namorada, atropelando-a com um carrinho de bebê e logo depois vira viado.

Alguns anos se passaram e Merdovisk agora um adulto viciado em cheirar cuecas, continua sua onda de crimes brutais tendo como sua próxima vítima sua mãe e sua coleção de figurinhas pornográficas do Papai Noel, Coelhinho da Páscoa e do Arnold Schwarzenegger.

Ele mata sua mãe de forma sangrenta, ao colocar cerol no papel higiênico e depois enquanto ela agonizava com hemorragia nas hemorroidas, ele a sufocava com brigadeiros de azeitona, que tinham os restos mortais das suas figurinhas como recheio.

Merdovisk começa a sentir remorso por assassinar suas figurinhas e então passa a usar cada vez mais a azeitona como droga, fumando, cheirando e até injetando azeitona. Até que depois de tudo isso veio a fatalidade. Ao chupar o pirulito de azeitona ele morre de overdose.

Mas antes de seu leito, ele lembra das últimas palavras que ouvira de seu padrasto:

Chupa, chupa, chupa esse pirulito de azeitona! Hahaha...”

E morre de desgosto, porque se arrependeu de ter matado sua figurinha do Papai Noel de biquíni fazendo massagem nos mamilos de Stallone, sua preferida.